GCM anuncia mudança no sistema de monitoramento

GCM quer implantar sistema com menos câmeras, porém, melhor qualidade de imagem e resolução (Foto: Arquivo)

Na reunião do Conseg desta quarta-feira (10), o comandante da Guarda Municipal, Moisés dos Santos, afirmou que pretende trocar o sistema de videomonitoramento do município. De acordo com ele, o contrato com a atual empresa, Dunbar, vence neste ano.

A ideia, explicou Santos, é optar por um serviço com menor número de câmeras, porém, com maior qualidade de resolução de imagem. “Há um grande problema, com o atual sistema, que é a questão da identificação de placas de veículos e pessoas”, afirmou o comandante. “Muitas vezes, as câmeras flagram uma situação, no entanto, é impossível tirar algum proveito daquelas imagens”, completou. Hoje, de acordo com o chefe da GCM, a Prefeitura desembolsa cerca de R$ 5 mil por mês com o videomonitoramento.

 

Custos – No que diz respeito à questão financeira, Moisés dos Santos, não sabe precisar se o novo contrato terá valor menor, superior ou equivalente ao atual. Segundo ele, a redução nos equipamentos não significa, necessariamente, em corte de custos. “Depende muito da qualidade da captação das imagens, da resolução”, comentou.

Na avaliação do comandante, algumas das câmeras instaladas, hoje, estão em locais questionáveis. “Há alguns pontos que, em minha opinião, não têm necessidade”, apontou Santos. “Nosso intuito é ter menos pontos de vigilância eletrônica, porém, em locais muito mais estratégicos e, principalmente, com melhor qualidade”.

 

Detecta – Em entrevista concedida à Folha de Piedade, no ano passado, o prefeito José Tadeu de Resende (PSDB)  afirmou que, em 2018, o sistema de videomonitoramento seria integrado com o sistema Detecta, da SSP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo).

De acordo com o comandante Santos, esse planejamento ainda existe. “Inclusive, temos uma câmera que já funciona em caráter experimental, pronta para receber o Detecta”, explicou. A localização do equipamento, todavia, não foi informada por se tratar de dado estratégico para as forças de segurança pública.  

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