Jornalista ensina a fazer pão artesanal em casa

Oficina de pão artesanal ensina os segredos básicos dessa arte (Foto: Divulgação)

Aprender a fazer pão de forma artesanal, só com as mãos e sem aditivos ou conservantes, é uma atividade que está se espalhando rapidamente. Oficinas de pão estão surgindo aos montes nos centros urbanos e pequenas cidades que aproveitam o contato com a natureza e o ar puro para trazer uma experiência nova para as pessoas interessadas em colocar a mão na massa. Seja para aprender a fazer um alimento delicioso a hora que quiser ou impulsionar um novo pequeno negócio, o pão artesanal ganha cada vez mais status para se contrapor à correria da vida moderna.

Em Piedade, uma oficina de pão artesanal é dada pelo jornalista de tecnologia Gilberto Pavoni Junior. Ele decidiu mudar o rumo da carreira e ensina pessoas a fazerem um pão “sem dificuldade ou frescura” em um hotel cercado de tranquilidade e natureza. “Fazer pão é fácil, a humanidade faz isso há alguns milhares de anos, mas as pessoas precisam reaprender a ter concentração e calma para que o pão dê certo”, explica. Suas aulas são mais uma “terapia do pão” do que um bombardeio de técnicas e receitas. “Dessa forma, qualquer um pode fazer pão em casa, sem utensílios caros ou ingredientes especiais.

O curso já recebeu diversas pessoas que querem fazer em casa aquele pão com casca crocante e miolo suculento, mas tinham receio de errar. Também recebe pessoas que simplesmente querem um dia de tranquilidade em uma atividade relaxante e proporcione concentração e foco para reorganizar a vida na correria moderna.

A oficina do jornalista de tecnologia dura cerca de 6h horas e é feita em parceria com hotéis e pousadas locais.
As próximas são: dia 21 de julho, no Hotel Vale do Funil, em Piedade (SP); e dia 29 de julho, na Pousada Vale dos Eucaliptos, como parte das atividades oferecidas aos hóspedes, constante do preço da diária.

 

DADOS - De acordo com o Sebrae-SP, em reportagem da Folha (22 de junho/2018) existem 6,800 microempreendedores registrados como padeiro na capital. Contudo, o número é considerado impreciso porque muitos padeiros artesanais trabalham na informalidade. A quantidade desses profissionais que ensinam fora dos centros urbanos e aproveitam o contato com a natureza para transformar a atividade de fazer pão com as mãos e sem conservantes em uma terapia em oficinas especializadas também é desconhecido, mas considerado grande.

 

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